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MCP e OAuth 2.1 nos sete produtos

Começar em 5 minutos

Instale, autentique, suba o primeiro dado

Preço

Grátis para começar. Planos de R$ 29,99 a R$ 99,99

Como nos comparamos

vs. Supabase

Postgres gerenciado, fatura em dólar

vs. Clerk

Login pronto, suporte em outro fuso

vs. Stripe

Cobrança global, assinatura como evento

Se o seu produto é global e cobra em dólar, as ferramentas de lá provavelmente são a escolha certa.

RiLiGarPlataforma de infraestrutura agêntica, em português, para produto brasileiro. Fatura em real, suporte no seu fuso.

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Hospedagem estática e SPA

Seu site no ar com um comando. Sem YAML.

Você já buildou. Falta publicar — e é aí que aparecem o workflow, o bucket, o DNS e o certificado. O Hoster pula essa parte: um comando, HTTPS automático, e a rota /qualquer-coisa da sua SPA não dá 404. Com servidor MCP, se você trabalha com agente.

Começar Grátis

Antes e depois

Publicar não deveria ser
UM PROJETO.

Escrever o workflow, criar o bucket, apontar o DNS, emitir o certificado, descobrir por que /dashboard dá 404 no reload. Uma tarde inteira para um site que já estava pronto na sua máquina.

  • Sem arquivo de workflow
  • Sem bucket para configurar
  • Sem certificado para emitir e renovar
  • Sem regra de rewrite para a sua SPA
Ver os comandos

A CLI inteira

Não temos site de documentação.

Temos dois comandos — e eles são o produto inteiro.

1 · Entrar

Uma chave, uma vez

hoster login hk_sua_chave, e pronto. A chave fica salva em ~/.hoster-config.json — você não digita isso de novo. Sem instalar nada: bunx @riligar/hoster-cli.

2 · Publicar

hoster deploy --dir ./dist

É o comando inteiro. Zipa, envia e devolve a URL do site no ar com HTTPS. Não há passo três.

3 · As flags

São quatro. Não há uma quinta.

A CLI inteira: --project define o subdomínio, --dir o que subir, --main a entrada e --token o acesso em CI/CD. Todas têm padrão. Sem arquivo de configuração, sem hoster.config.js, sem convenção escondida.

4 · CI/CD

O mesmo comando, no workflow

Sem action própria pra instalar, sem plugin. É a mesma linha que você roda no terminal, com --token vindo do secret do repositório.

O que muda no dia a dia

Quatro coisas que você não

precisa mais resolver sozinho.

SPA

A rota do seu app não dá 404

Requisição sem extensão de arquivo cai no seu index.html, com o histórico intacto. É o comportamento padrão — não é uma configuração que você precisa descobrir.

HTTPS

Certificado que você não configura

Subdomínio já vem com SSL. Domínio próprio: aponta o CNAME e a Cloudflare for SaaS emite. HTTP vira HTTPS com 301, sempre.

Configuração

Trocar a API_URL sem rebuildar

As variáveis são injetadas no HTML no instante em que ele é servido. Troca no painel, recarrega a página, acabou. Sem pipeline, sem novo build, sem redeploy.

Cache

Três estratégias, uma escolha

development enquanto você mexe, balanced para o dia a dia, extreme para assets com hash no nome. Ou escreva o header você mesmo.

no-store
max-age=3600
max-age=2592000

Para quem trabalha com agente

Seu agente publica o site.

Sem você colar documentação antes.

1 · Conectar

Uma linha, e o agente já tem as ferramentas

É um servidor remoto: não há pacote pra instalar, nem processo pra manter rodando. Sem chave no comando: o cliente recebe 401, descobre o servidor de login sozinho e abre o navegador para você aprovar.

bash
$ claude mcp add --transport http \
    hoster \
    https://hoster.worker.myinfrastructure.click/mcp

→ 401 WWW-Authenticate
→ descobre o servidor de login
→ você aprova no navegador

✔ Connected · 12 tools

2 · Pedir

Em português, não em curl

O agente descobre os projetos, lê o estado e executa. Você não cola documentação nem explica a ordem dos passos.

conversa
Você: "aponta o site-cliente pra API de homologação"

→ hoster_get_project
→ hoster_set_variables

✔ sem rebuild, sem deploy

3 · Os tools

Dez. Um por intenção, não por rota.

A API tem vinte endpoints; o servidor expõe dez tools. Publicar é uma intenção, não três chamadas — e o agente não precisa saber a ordem.

tools
list_projects        get_project
check_name           check_domain
set_variables        set_cache
set_domain           purge_cache
deploy_ticket        deploy_status
list_deployments     rollback
audit_project        delete_project

4 · Publicar

Uma frase, e o site está no ar

O agente pede o ticket, roda o comando e confirma. Os arquivos vão direto do seu disco para o Hoster — eles não passam pelo modelo, então publicar um site não consome o seu contexto. O ticket vale para um projeto, uma vez, quinze minutos. Apagar projeto exige confirmação explícita.

conversa
Você: "publica a pasta dist no site-novo"

→ hoster_deploy_ticket        ✔ criado

  bunx @riligar/hoster-cli push
    ht_a1b2… --dir ./dist

→ hoster_deploy_status        ✔ no ar
  https://site-novo.hoster.myinfrastructure.click

5 · Nenhuma chave no arquivo

Você aprova no navegador

O conector não guarda segredo nenhum: o cliente descobre o RiLiGar Auth sozinho a partir do 401, você autoriza no navegador e o token fica com ele. E o escopo continua valendo — um token de leitura nem enxerga as ferramentas que apagam.

bash
$ claude mcp add --transport http \
    hoster \
    https://hoster.worker.myinfrastructure.click/mcp

→ autorize no navegador
✔ Connected · 14 tools
  escopo auth:read → só as 5 de leitura

Comparativo

Você já buildou o site.
O que falta é só colocar no ar.

Bucket + CDN na mão

S3, DNS e certificado, você montando

Workflow de deploy

Você escreve

Bucket e permissões

Você configura

Certificado SSL

Você emite e renova

Rota da SPA

Você resolve o 404

Fatura

Dólar, com câmbio

Antes do primeiro acesso

Uma tarde

+ manutenção que não é do seu produto

Hoster

Dois comandos

Dois comandos, e o site está no ar com HTTPS. Publicar deixa de ser um projeto à parte.

  • Dois comandos: login e deploy
  • Nenhum arquivo de configuração
  • SSL automático, inclusive em domínio próprio
  • Fallback de SPA ligado por padrão
  • Variáveis de ambiente sem rebuild
  • Fatura em real, sem exposição a câmbio

A CLI inteira

2

comandos: login e deploy. Não há um terceiro.

Começar Agora

Preço

1, 5 ou ilimitados projetos

Já que a porta está aberta

Subiu o site. E o login?

Uma conta e um painel para operar os quatro. Quem acabou de publicar um site normalmente precisa de login em seguida — e depois de arquivos e de cobrança.

  • Auth — login, sessões e organizações em 3 linhas de React
  • Storage — arquivos e uploads dos seus usuários
  • Payments — assinaturas e cobrança em real
  • Travou? Você fala com quem escreveu o código, pelo WhatsApp

Dois comandos. Sem YAML.

Se você travar em algum passo antes de ver o site no ar, a culpa é nossa — e a gente quer saber qual foi o passo.

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FAQ

As perguntas que a gente prefere responder antes

Sim — é o caso principal. Você sobe a pasta já buildada (dist/) e o fallback de SPA vem ligado: requisição sem extensão de arquivo cai no seu index.html, então não há 404 ao recarregar numa rota interna. Não precisa configurar regra de rewrite, não precisa descobrir nome de arquivo de config.
Pode. Aponta um CNAME para proxy.hoster.myinfrastructure.click, salva o domínio no painel e clica em verificar. O certificado é emitido pela Cloudflare for SaaS. Enquanto o CNAME não propaga, o status fica "pending" — é a propagação de DNS, não a nossa fila.
O caminho de volta é o mesmo de ida: um hoster deploy com a versão anterior, e em segundos o site está no ar de novo — sem console, sem ticket, sem esperar pipeline. O que ainda não existe é histórico automático: não guardamos versões, então a volta depende de você ter o build anterior. E como o deploy troca os arquivos no lugar, há uma janela curta — proporcional ao tamanho do site — em que um acesso pode pegar 404. Se o seu tráfego não tolera essa janela, vale esperar o deploy versionado por prefixo, que já está em desenvolvimento e resolve atomicidade e rollback de uma vez.
Você já tem o seu site: ele é a mesma pasta que você buildou, servida como arquivos estáticos por HTTP. Não há formato nosso, build proprietário nem banco prendendo nada — e se você quiser puxar o que está no ar, um "wget -r -np -k https://seu-site.hoster.myinfrastructure.click/" traz tudo e abre no navegador local. Sendo exato: o wget é ferramenta sua, não comando nosso; um "hoster pull" oficial está no backlog. Migrar daqui é apontar o mesmo dist/ para outro lugar.
Fica. TTFB mediano de 139 ms, medido de São Paulo em 25/08/2026 com 15 amostras via curl — e 142 ms repetindo o teste com query única, para não medir cache quente. Para referência, a Vercel deu 137 ms no mesmo momento e pelo mesmo método: hoje é empate técnico. Vale dizer que nem sempre foi: em 18/08 estávamos em 532 ms, porque o worker consultava banco e storage a cada requisição sem cache de borda. Publicamos aquele número enquanto ele era ruim e publicamos este agora — os dois medidos igual, com data ao lado, para você poder conferir. Os arquivos vêm da rede da Cloudflare, com HTTPS e cache em três estratégias que você escolhe no painel.
O Hoster publica site estático e SPA — é isso que ele faz, e faz em dois comandos. Fora desse recorte: não há SSR (Next com renderização no servidor, Nuxt SSR, Remix), não rodamos funções ou API routes, não há ISR, não buildamos por você, não há preview por branch, redirects ou headers customizados além do HTTPS forçado, rollback nem logs de acesso. Preferimos essa lista publicada agora a você descobrir em três semanas — e se o seu caso está nela, a gente diz na hora e aponta o que serve.
No Cloudflare R2, servidos por Cloudflare Workers, com os metadados em D1. A região do bucket não está declarada na nossa configuração — por isso não afirmamos "origem no Brasil" em lugar nenhum desta página. Quando declararmos, publicamos aqui.
São três estratégias: development (no-cache, no-store), balanced (padrão, max-age de 1 hora) e extreme (30 dias, para assets com hash no nome). A letra miúda que preferimos dizer: o deploy não limpa o cache sozinho. Com balanced, alguém que já visitou pode ver a versão antiga por até uma hora. Há um botão de limpar cache no painel, e enquanto você itera o recomendado é development.
Ainda não: não coletamos uptime hoje, e preferimos não publicar número que não medimos. Quando a coleta existir, ela vira uma página pública com série histórica — verificável, não uma frase de marketing na landing. Enquanto isso, o canal é direto: você fala com quem escreveu o código, pelo WhatsApp, e não com uma fila de suporte.
Não precisa de cartão para fazer deploy. O que os planos limitam é o número de projetos — 1, 5 ou ilimitado —, e ao atingir o limite o botão de criar projeto simplesmente desabilita: site no ar continua no ar, e não há cobrança de excedente aparecendo na sua fatura. Tamanho de upload e banda não têm checagem no nosso código hoje; o teto real é o da plataforma abaixo, e dizemos isso em vez de apresentar como uma política nossa.
Dá, e é a mesma linha que você roda no terminal. Guarde a chave como secret HOSTER_TOKEN e chame o deploy com --token no workflow. Não há action própria para instalar nem plugin para configurar.
MCP (Model Context Protocol) é o padrão que deixa um agente de IA usar ferramentas externas. O nosso é um servidor remoto: você conecta com uma linha, sem chave nenhuma no comando — o cliente te manda ao navegador para autorizar — e o agente ganha catorze ferramentas — listar projetos, ler o estado de um, trocar variáveis, mexer no cache, apontar domínio, verificar SSL e apagar projeto. Na prática você para de colar a documentação no chat: o agente descobre sozinho o que existe e qual o estado atual. O endereço é https://hoster.worker.myinfrastructure.click/mcp.
Conecta. Nosso servidor implementa a revisão 2026-07-28 do MCP, que é stateless — cada requisição carrega tudo o que precisa, sem handshake e sem sessão —, e o SDK oficial já negocia essa revisão. Um cliente de era anterior que sonde o servidor recebe a lista de versões que falamos, com o código que a spec define para isso, então ele sabe exatamente com quem está falando em vez de falhar em silêncio.
A autorização resolve isso na raiz: você aprova no navegador e o token pode ser só de leitura — nesse caso as ferramentas que alteram ou apagam nem aparecem para o agente, então não é questão de ele se comportar, elas não existem naquela sessão. Valem ainda três garantias: as ferramentas destrutivas são marcadas como tal no protocolo e o cliente pede sua confirmação antes de executar; apagar projeto exige um parâmetro de confirmação explícito; e cada requisição valida a posse, então o agente nunca alcança projeto de outra conta. Se o agente só precisa consultar, autorize com escopo de leitura. A chave hk_ não entra no MCP: ela é a credencial da API REST e da CLI, e é por lá que o CI publica.

Seu caso é um dos que a gente não atende?

Fala direto com engenharia. Se o Hoster não serve para o que você precisa, a gente diz na hora — e aponta o que serve.

Falar com Engenharia