Os sete produtos
Antes de decidir
Como nos comparamos
vs. Supabase
Postgres gerenciado, fatura em dólar
vs. Clerk
Login pronto, suporte em outro fuso
vs. Stripe
Cobrança global, assinatura como evento
Se o seu produto é global e cobra em dólar, as ferramentas de lá provavelmente são a escolha certa.
Hospedagem estática e SPA
Você já buildou. Falta publicar — e é aí que aparecem o workflow, o bucket, o DNS e o certificado. O Hoster pula essa parte: um comando, HTTPS automático, e a rota /qualquer-coisa da sua SPA não dá 404. Com servidor MCP, se você trabalha com agente.
Antes e depois
Escrever o workflow, criar o bucket, apontar o DNS, emitir o certificado, descobrir por que /dashboard dá 404 no reload. Uma tarde inteira para um site que já estava pronto na sua máquina.
A CLI inteira
Temos dois comandos — e eles são o produto inteiro.
1 · Entrar
Uma chave, uma vez
hoster login hk_sua_chave, e pronto. A chave fica salva em ~/.hoster-config.json — você não digita isso de novo. Sem instalar nada: bunx @riligar/hoster-cli.
2 · Publicar
hoster deploy --dir ./dist
É o comando inteiro. Zipa, envia e devolve a URL do site no ar com HTTPS. Não há passo três.
3 · As flags
São quatro. Não há uma quinta.
A CLI inteira: --project define o subdomínio, --dir o que subir, --main a entrada e --token o acesso em CI/CD. Todas têm padrão. Sem arquivo de configuração, sem hoster.config.js, sem convenção escondida.
4 · CI/CD
O mesmo comando, no workflow
Sem action própria pra instalar, sem plugin. É a mesma linha que você roda no terminal, com --token vindo do secret do repositório.
O que muda no dia a dia
precisa mais resolver sozinho.
SPA
A rota do seu app não dá 404
Requisição sem extensão de arquivo cai no seu index.html, com o histórico intacto. É o comportamento padrão — não é uma configuração que você precisa descobrir.
HTTPS
Certificado que você não configura
Subdomínio já vem com SSL. Domínio próprio: aponta o CNAME e a Cloudflare for SaaS emite. HTTP vira HTTPS com 301, sempre.
Configuração
Trocar a API_URL sem rebuildar
As variáveis são injetadas no HTML no instante em que ele é servido. Troca no painel, recarrega a página, acabou. Sem pipeline, sem novo build, sem redeploy.
Cache
Três estratégias, uma escolha
development enquanto você mexe, balanced para o dia a dia, extreme para assets com hash no nome. Ou escreva o header você mesmo.
Para quem trabalha com agente
Sem você colar documentação antes.
1 · Conectar
Uma linha, e o agente já tem as ferramentas
É um servidor remoto: não há pacote pra instalar, nem processo pra manter rodando. Sem chave no comando: o cliente recebe 401, descobre o servidor de login sozinho e abre o navegador para você aprovar.
$ claude mcp add --transport http \
hoster \
https://hoster.worker.myinfrastructure.click/mcp
→ 401 WWW-Authenticate
→ descobre o servidor de login
→ você aprova no navegador
✔ Connected · 12 tools2 · Pedir
Em português, não em curl
O agente descobre os projetos, lê o estado e executa. Você não cola documentação nem explica a ordem dos passos.
Você: "aponta o site-cliente pra API de homologação" → hoster_get_project → hoster_set_variables ✔ sem rebuild, sem deploy
3 · Os tools
Dez. Um por intenção, não por rota.
A API tem vinte endpoints; o servidor expõe dez tools. Publicar é uma intenção, não três chamadas — e o agente não precisa saber a ordem.
list_projects get_project check_name check_domain set_variables set_cache set_domain purge_cache deploy_ticket deploy_status list_deployments rollback audit_project delete_project
4 · Publicar
Uma frase, e o site está no ar
O agente pede o ticket, roda o comando e confirma. Os arquivos vão direto do seu disco para o Hoster — eles não passam pelo modelo, então publicar um site não consome o seu contexto. O ticket vale para um projeto, uma vez, quinze minutos. Apagar projeto exige confirmação explícita.
Você: "publica a pasta dist no site-novo"
→ hoster_deploy_ticket ✔ criado
bunx @riligar/hoster-cli push
ht_a1b2… --dir ./dist
→ hoster_deploy_status ✔ no ar
https://site-novo.hoster.myinfrastructure.click5 · Nenhuma chave no arquivo
Você aprova no navegador
O conector não guarda segredo nenhum: o cliente descobre o RiLiGar Auth sozinho a partir do 401, você autoriza no navegador e o token fica com ele. E o escopo continua valendo — um token de leitura nem enxerga as ferramentas que apagam.
$ claude mcp add --transport http \
hoster \
https://hoster.worker.myinfrastructure.click/mcp
→ autorize no navegador
✔ Connected · 14 tools
escopo auth:read → só as 5 de leituraComparativo
Bucket + CDN na mão
S3, DNS e certificado, você montando
Workflow de deploy
Você escreve
Bucket e permissões
Você configura
Certificado SSL
Você emite e renova
Rota da SPA
Você resolve o 404
Fatura
Dólar, com câmbio
Antes do primeiro acesso
Uma tarde
+ manutenção que não é do seu produto
Hoster
Dois comandos, e o site está no ar com HTTPS. Publicar deixa de ser um projeto à parte.
A CLI inteira
2
comandos: login e deploy. Não há um terceiro.
Preço
Já que a porta está aberta
Uma conta e um painel para operar os quatro. Quem acabou de publicar um site normalmente precisa de login em seguida — e depois de arquivos e de cobrança.
Se você travar em algum passo antes de ver o site no ar, a culpa é nossa — e a gente quer saber qual foi o passo.
FAQ
Seu caso é um dos que a gente não atende?
Fala direto com engenharia. Se o Hoster não serve para o que você precisa, a gente diz na hora — e aponta o que serve.
