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MCP e OAuth 2.1 nos sete produtos

Começar em 5 minutos

Instale, autentique, suba o primeiro dado

Preço

Grátis para começar. Planos de R$ 29,99 a R$ 99,99

Como nos comparamos

vs. Supabase

Postgres gerenciado, fatura em dólar

vs. Clerk

Login pronto, suporte em outro fuso

vs. Stripe

Cobrança global, assinatura como evento

Se o seu produto é global e cobra em dólar, as ferramentas de lá provavelmente são a escolha certa.

RiLiGarPlataforma de infraestrutura agêntica, em português, para produto brasileiro. Fatura em real, suporte no seu fuso.

Tecnologia

SDK ReactLLMs.txt (AI)Painel

MCP

Como conectarLLMs-MCP.txt (AI)Spec 2026-07-28

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Infraestrutura RiLiGar · Payments

O pagamento do mundo inteiro, estupidamente simples no seu software.

Pegamos o maior processador de pagamento de software do planeta — o mesmo trilho que cobra por trás dos produtos que você já usa — e reduzimos ele a uma pergunta só: “esse cliente pode entrar?”. A resposta vem na hora, do seu lado, em 224 ms medidos. Você recebe, e o controle de quem pode usar o quê vira uma linha de código em vez de um subsistema.

Obter minha API Key

Comece de graça, sem cartão e sem falar com vendedor: a chave sai na hora. O trilho de hoje é assinatura recorrente no cartão.

O que você ganha

Cinco trabalhos que você nunca mais faz.

Não é que fiquem mais fáceis. É que ninguém do seu time escreve nenhum deles.

Você não escreve

Guardar quem pagou, e mexer nisso toda vez que muda

Quem é assinante, de qual plano, até quando, e o vínculo com o cadastro dele no processador. Toda vez que o seu produto muda, isso muda junto. Do nosso lado já está pronto e versionado — do seu, deixa de existir.

Você não escreve

Escutar o processador e entender o que ele avisou

Conferir se o aviso veio mesmo dele, separar pagamento aprovado de recusado, decidir o que cada um significa para o acesso do cliente e o que fazer com os avisos que você não conhece. São 377 linhas do nosso lado. Do seu, passam a ser zero.

Você não escreve

Guardar a resposta e descobrir quando ela venceu

Quem guarda essa resposta para ganhar tempo herda o problema mais chato: saber a hora de jogá-la fora. Aqui você pergunta direto e recebe em 224 ms medidos — a resposta é sempre a de agora.

Você não escreve

Conferir na mão quando um aviso se perde

Aquele script de madrugada que compara o seu banco com o painel do processador e corrige as diferenças. Ele só existe porque a informação vivia em dois lugares que discordavam. Com um lugar só, não sobra o que conferir.

Você não escreve

Avisar o seu cliente que a cobrança aconteceu

Boas-vindas, recibo, pagamento recusado, conta desativada. Cada um precisa sair uma vez só, mesmo quando o processador reenvia o aviso três vezes — e é isso que dá trabalho, não escrever o texto. Sai com o nome do SEU sistema, e você reescreve o texto no painel sem tocar em código.

Por que isso acontece

Receber o pagamento é a parte fácil. Difícil é ter certeza depois.

A integração você já fez, e ela funcionou — o dinheiro entra. O que não acaba nunca é a dúvida do dia seguinte. O processador te manda avisos soltos — “fulano pagou”, “o cartão do beltrano falhou” — e o seu produto precisa de outra coisa: uma lista confiável de quem pode entrar agora. Traduzir uma coisa na outra é um trabalho que ninguém pediu, e é exatamente a parte que a gente já escreveu.

Você provavelmente já viu pelo menos um destes

  • Quem cancelou continua entrando o aviso de cancelamento se perdeu, ninguém percebeu, e o acesso seguiu aberto. Você só descobre quando compara o dinheiro que entrou com a lista de quem está usando — e os números não batem.
  • Quem pagou fica de fora esse é o pior dos dois, porque ele te procura na hora. E enquanto você investiga, ele já contou para alguém que o seu produto cobrou e não liberou.
  • Ninguém no time responde “esse cliente pode entrar?” sem procurar a resposta está espalhada entre um campo no banco, o painel do processador e a memória de quem fez a integração. No dia em que essa pessoa sai da empresa, sobra o painel.
  • E a pergunta que ninguém quer ouvir numa reunião “a gente tem certeza de quem está pagando agora?”. Se a resposta demora mais que alguns segundos, ela está guardada no lugar errado.

Repare que nenhum destes é sobre dinheiro perdido e isso é de propósito. Ninguém aqui sabe quanto um acesso errado custa no seu negócio, e não vamos inventar um número para te impressionar. O que dá para afirmar é o que você mesmo consegue conferir hoje: esses casos existem, dá para contar quantos são, e todos têm a mesma causa — a informação mora em dois lugares que discordam. Resolver a causa é o que a gente faz.

O caminho inteiro

Instala, pergunta, recebe.

Quatro blocos — e o segundo você roda agora, do seu terminal, sem criar conta.

1 · Instalar

Um pacote, e o provider na raiz

São 36.486 bytes de ESM sem build step: o package.json aponta direto para o fonte, então não há bundler nosso no seu caminho. Ele já vem com a tabela de preços, o portal do cliente e o controle de acesso por feature prontos — por isso traz @mantine/core junto. Quem quer só as rotas HTTP não precisa do pacote: são dois GET, em qualquer linguagem.

bash / main.jsx
$ bun add @riligar/payments-react

import { PaymentsProvider }
  from '@riligar/payments-react'

<PaymentsProvider
  publicKey="pk_…"
  gatewayId="d58b834d-…"
>
  <App />
</PaymentsProvider>

2 · Perguntar

A pergunta que sua aplicação faz de verdade

A pergunta do seu produto não é “esse cliente pagou?” — é “esse cliente pode usar isso agora?”. A resposta sai do nosso banco na hora, sem precisar consultar o processador. E este comando funciona neste instante, com a chave desta própria página: cole no terminal e veja a resposta antes mesmo de criar conta.

bash
$ curl "https://payments.worker.myinfrastructure.click\
/sdk/v1/permissions\
?publicKey=pk_1f01ce76…\
&userId=teste-inexistente"

{"message":"Permissions retrieved",
 "data":{
   "hasActiveSubscription":false,
   "subscriptions":[],
   "features":[]}}

3 · Receber

Um endpoint, e nós registramos os eventos por você

Você aponta uma URL e um POST em /gateways/:id/auto-setup registra os cinco eventos no gateway. Cada evento é verificado por assinatura antes de qualquer processamento: sem segredo configurado, o endpoint recusa com 400 antes de ler o corpo.

webhook
POST /webhook/:gatewayId

// verificação, antes de processar
await gateway.webhooks
  .constructEventAsync(
    payload, signature, secret
  )

// assinatura inválida → lança
// → HTTP 400

4 · Proteger

O hook é conveniência. O servidor é a autorização.

Duas linhas de defesa, cada uma no seu lugar. No frontend, useHasFeature lê do contexto sem ida à rede: instantâneo para esconder um botão ou trocar uma tela. No servidor, a chave secreta autoriza de verdade — é ela que decide acesso. O SDK já entrega os dois lados prontos, na divisão que qualquer produto sério de pagamento adota.

App.jsx
// frontend: só esconde a UI
const pode = useHasFeature(
  'react-sdk-access'
)

// servidor: isto é o que vale
fetch(url, { headers: {
  Authorization: 'Bearer sk_…'
}})

Model Context Protocol

Seu agente administra a operação. Sem código no meio.

A verdade sobre as assinaturas já mora aqui — o que faltava era o agente conseguir perguntar sem alguém escrever a integração. São 9 ferramentas em 3 escopos, na revisão 2026-07-28, a stateless. Ele administra: lê métricas, investiga inadimplência, cria plano, gera link de cobrança. Ele não é um meio de pagamento — quem paga é o cliente, no checkout do gateway.

O que o servidor NÃO oferece

  • Apagar plano, feature ou gateway, regenerar as chaves, cancelar assinatura não existem como ferramenta. Um agente que leia "apague tudo" num documento não encontra o gatilho para obedecer.
  • Nenhuma ferramenta devolve credencial a chave do processador não entra nem sai por aqui. Onde ela importa, vai um preview — sk_live_…4242 — e o modo. Segredo que passa por contexto de LLM vaza em log e em transcript.
  • Alterar assinatura ativa fica num escopo separado porque gera fatura imediata no cartão de uma pessoa real. Ela é a única marcada como destrutiva, e a secretKey não a alcança: exige um login que diga quem mandou.

O endereço termina no id do projeto, e isso não é enfeite de URL um token identifica uma pessoa, e uma pessoa administra vários projetos. O id vira a audiência do token, então um consentimento dado a um projeto não vale nos outros — é a checagem anti confused deputy da RFC 8707. Conectar em /mcp sem o id é recusado com uma mensagem dizendo onde copiar o endereço certo.

Como o agente entra

Nenhuma chave no arquivo.

O token nasce no navegador e vale só no projeto que você aprovou.

OAuth 2.1

Você aprova no navegador, uma vez

Sem header nenhum no comando. Na primeira chamada o servidor responde 401 apontando para o metadata; o cliente descobre o authorization server sozinho, abre o navegador e você aprova. O token vale só naquele projeto — o id no endereço vira a audiência dele. Em automação sem navegador, a secretKey do projeto conecta direto, mas ela não libera alterar assinatura ativa.

bash
$ claude mcp add --transport http \
    riligar-payments \
    https://payments.worker.myinfrastructure.click/mcp/<id-do-projeto>

→ 401 WWW-Authenticate
→ descobre o auth server
→ abre o navegador
✓ token com aud= este projeto ▊

O que muda na prática

A pergunta que você faria ao banco

O agente não adivinha o id do gateway nem o modo em que ele está: começa perguntando ao projeto. É a primeira ferramenta do catálogo por isso — e é ela que responde se a operação está cobrando de verdade ou rodando em sandbox.

conversa
Você: "quem está inadimplente?"

→ payments_get_project
  gateway prod · mode: live

→ payments_list_subscriptions
  { status: "past_due" }

  3 assinaturas. A mais antiga
  falhou há 11 dias. ▊

Segurança

Sem adjetivo. Só o que o código faz.

Nenhuma palavra como “seguro” ou “confiável” aqui. Só o que dá para conferir.

O que existe hoje

  • Nenhum dado de cartão passa por aqui não existe campo de número, validade ou código de segurança em lugar nenhum. Quem mostra o formulário de pagamento é o gateway, no site dele.
  • Suas credenciais ficam embaralhadas no banco a senha que desembaralha mora fora dele, e nunca é gravada junto. Quem abrisse o banco veria texto sem sentido.
  • Todo aviso de pagamento é conferido antes de valer o gateway assina o que envia, e a gente confere a assinatura antes de ler o conteúdo. Aviso sem assinatura válida é descartado.
  • Duas chaves, dois papéis a pública monta a tela e pode ficar visível no navegador. A secreta libera acesso e fica no seu servidor. Você troca qualquer uma delas sozinho, pelo painel.

O que ainda não temos, dito pelo nome certificações formais, testes automatizados e página de status. Nenhum deles impede um SaaS de cobrar hoje, e todos estão no caminho — você lê isso aqui em vez de descobrir depois.

Sendo justo

O processador resolve o mundo inteiro.
Nós resolvemos o seu software.

O processador cru, direto

Onde ele já resolve sozinho

Pix, boleto e carteiras digitais

Ele tem

Cobrança avulsa, split e marketplace

Ele tem

Antifraude, disputas e chargeback

Ele tem

Faturamento, impostos e nota fiscal

Ele tem

Certificação, uptime público e post-mortem

Ele tem

Documentação e SDK em toda linguagem

15 anos

Vá direto nele se

Você precisa de qualquer coisa acima

O processador é excelente — para os problemas dele.

RiLiGar Payments

Uma coisa só, bem feita

Nós não substituímos o processador: rodamos em cima dele, com a sua chave, e escondemos a complexidade que ele te entrega crua. O que você ganha é uma resposta só, do seu lado, para a pergunta que a sua aplicação faz o dia inteiro.

  • Uma consulta responde quem pode usar o quê, em 224 ms medidos
  • A assinatura já chega traduzida em permissão, não em evento
  • Os subsistemas de assinatura que você não escreve nem mantém
  • Os e-mails de cobrança saem com a sua marca, e o texto é seu
  • Cinco eventos tratados e verificados por assinatura
  • Os limites e os bugs conhecidos publicados nesta página
  • Acesso a quem escreveu o código, sem fila de suporte
Obter minha API Key

A régua

Os cinco eixos que decidem a escolha

A mesma tabela em toda página de produto da RiLiGar. Cada linha traz o número que medimos, a data e o método — não uma promessa. Duas linhas aqui são desfavoráveis, e continuam na tabela.

Sair e levar tudo

Um curl, sem ticket

Uma rota devolve seus assinantes, planos e status em JSON quando você quiser — no primeiro dia e no último, sem ticket, sem espera e sem falar com vendedor. É o suficiente para reconstruir a camada de permissão em qualquer lugar. Cobranças, eventos e CSV entram na próxima versão do export.

Onde mora a verdade da assinatura

No seu lado

O registro é nosso, chaveado pelo id da assinatura no gateway, e a consulta de permissão responde sem sair para a API dele. É o único eixo em que somos mais rápidos do que perguntar ao gateway — e é o motivo da página existir.

Pix recorrente nativo

Não

O trilho de hoje é cartão recorrente, e ele está pronto: assinatura, renovação, falha de pagamento e cancelamento, todos tratados. Pix ainda não entrou no código — se a sua cobrança é Pix, vale conferir esta linha antes de integrar. Ela muda aqui no dia em que mudar no código.

Custo em R$

R$ 0, sem cartão

Não há cobrança ligada: os quatro planos em produção voltam isLive: false, porque a chave configurada é de teste. Quando houver cobrança real, o preço estará publicado aqui antes de valer.

Latência de leitura para usuário em São Paulo

Não medido de SP

O que medimos: 224 ms de processamento no servidor (mediana de 12 amostras, 26/08/2026), num total de 506 ms — dos quais 286 ms são handshake de conexão. Mas a nossa medição saiu de Boston, não de São Paulo. Enquanto não medirmos de SP, esta linha fica assim.

Se algum destes números não bater no seu caso, escreva. A gente mede de novo e corrige a linha.

Preço

Os planos vêm da API, ao vivo

FAQ

As objeções, na ordem em que elas aparecem

O bloco de segurança acima lista o que existe. Aqui vai o que falta, dito pelo nome, porque é isso que você não descobre sozinho: não temos certificações formais de segurança, não temos página de status pública e não temos uma suíte de testes automatizados. Nenhum deles impede um SaaS de cobrar cartão hoje — e todos estão no caminho. Se algum for exigência da sua empresa, é melhor você saber agora do que no dia da auditoria.
Não. A cobrança sai da sua própria conta no gateway, e o dinheiro vai direto de lá para o seu banco. Não existe no nosso código nada que permita ficar no meio, e isso é conferível pelo nome: nenhum application_fee, nenhum transfer_data, nenhuma conta conectada, e nenhuma tabela de saldo, saque ou repasse no banco. Prazo para o dinheiro cair, taxa e reembolso são combinados entre você e o gateway — não temos autoridade sobre isso, e por isso não citamos nenhum número aqui.
Consegue administrar: ler as métricas do projeto, listar e filtrar assinaturas, ver o que um usuário tem direito de acessar, testar se a credencial do gateway funciona e em que modo, criar plano e gerar link de cobrança. São nove ferramentas, seis de leitura. O que ele não consegue, deliberadamente: apagar plano, feature ou gateway, regenerar as chaves do projeto, ler ou gravar credencial de gateway, e cancelar assinatura. Essas operações continuam no painel, onde há uma pessoa confirmando. Não é filtro de intenção — é ausência de gatilho: um agente que leia "apague tudo" num documento não encontra a ferramenta para obedecer. A única que mexe em dinheiro é alterar assinatura ativa, que gera fatura imediata; ela fica num escopo próprio, é marcada como destrutiva para o cliente pedir confirmação humana, e a secretKey não a alcança.
Pelo endereço. Cada projeto tem o próprio endpoint MCP, terminado no id dele — você copia no painel, em Integração, aba MCP. Não existe "projeto padrão": conectar em /mcp sem o id é recusado, com uma mensagem dizendo onde copiar o endereço certo. É deliberado — escolher por você faria o agente operar numa operação de cobrança que você não escolheu, sem nenhum sinal disso. O id também vira a audiência do token, então um consentimento dado a um projeto não vale nos outros, mesmo sendo do mesmo dono. Para administrar dois projetos no mesmo cliente, adicione dois conectores.
Não, e a razão é anterior ao MCP: não existe uma linha de Pix neste sistema. Nem recorrente, nem agendado, nem avulso. O checkout é criado com payment_method_types: ["card"] — uma lista fechada de um item —, então o único meio que passa é cartão, em assinatura recorrente. O MCP não inventa capacidade que o código não tem: a primeira ferramenta do catálogo devolve explicitamente o que o sistema não suporta, justamente para o agente não prometer Pix, boleto ou pagamento avulso ao seu cliente. E vale a distinção: o MCP serve para você administrar a operação — não é uma carteira de agente, e não é o agente que paga.
Você não cobra duas vezes, e por dois motivos independentes. O primeiro: quem emite cobrança é o gateway, não nós — o worker reflete o que ele informa, nunca dispara uma cobrança. O segundo é o desenho do nosso lado: a assinatura é gravada com update-or-insert chaveado pelo id que o próprio gateway gerou, então reentrega do mesmo evento reescreve a mesma linha com os mesmos valores. Idempotência que você não escreve e não mantém. O refinamento que estamos fazendo agora é na ordenação: ainda não guardamos os ids já processados, então eventos que chegam fora de ordem podem atrasar um estado até o próximo evento acertá-lo. Está mapeado, é a próxima correção da fila, e preferimos que você saiba o escopo exato do que já está pronto.
Mandamos, e eles saem com a SUA marca: nome do sistema, logo, cor e link de suporte, configurados no painel. O texto também é seu — assunto, título e parágrafos ficam num editor, e você restaura o padrão quando quiser. Sem configurar nada, já sai o nome do seu projeto em vez do nosso. São boas-vindas, recibo, pagamento recusado e conta desativada, mais os avisos que chegam a você: primeira venda, falha de pagamento e gateway sem webhook. Cada um sai uma vez só, mesmo quando o processador reenvia o mesmo evento — a chave de duplicidade é o id da fatura, não o da assinatura, então a renovação do mês que vem manda o recibo dela normalmente. O que ainda não é seu é o remetente: hoje o envelope sai de noreply@myinfrastructure.click, com o seu nome no display e o seu endereço no responder-para, então a resposta do seu cliente cai na sua caixa e não na nossa. Remetente no seu próprio domínio exige verificação de DNS e é o próximo passo — está dito aqui porque você veria no cabeçalho do primeiro e-mail. O editor aceita texto, não HTML: como o envelope é nosso, um cliente colando HTML arbitrário queimaria a entrega de todo mundo que usa o serviço.
Você não tem lock-in aqui, e isso é estrutural — não é promessa de boa conduta. As assinaturas nascem na SUA conta no gateway, com a SUA chave: se você parar de usar o Payments amanhã, elas continuam cobrando normalmente. Nenhum pagador precisa reautorizar nada, porque nunca houve autorização nossa no meio. Compare com o que você teme quando assina qualquer outro intermediário. Os dados também são seus: um curl devolve suas assinaturas em JSON quando você quiser, hoje ou no dia da saída — hoje ele traz as assinaturas; cobranças e eventos entram na próxima versão do export.
Na maioria dos casos, use. Se você precisa de Pix, boleto, cobrança avulsa, marketplace, antifraude ou nota fiscal, a Stripe faz e nós não fazemos nada disso. A única coisa que fazemos melhor é uma: responder "esse usuário pode usar isso?" a partir do seu lado, já traduzido em permissão, sem uma ida à API dela no caminho quente. Se essa pergunta não é um problema no seu app, você não precisa de nós — e é melhor saber agora.
Não. Não existe uma linha de Pix neste código — nem recorrente, nem agendado, nem avulso. A lista de meios de pagamento é literalmente ["card"] no código que cria o checkout. Sabemos que "meu cliente pediu Pix" é o gatilho mais comum do mercado brasileiro, e não vamos fingir que atendemos.
A pergunta está certa. Três fatos em vez de uma resposta: a receita não passa por nós (é a sua conta no gateway, com a sua chave); não temos página de status nem histórico de incidentes ainda, o que é uma ausência real e não um detalhe; e quem responde no WhatsApp é quem escreveu o código que você está lendo. Numa empresa grande você é um ticket. Aqui você é uma conversa — o que só é vantagem enquanto formos pequenos, e é honesto dizer isso também.
Hoje roda um processador só: a Stripe — o maior trilho de cobrança de software do mundo, o mesmo que cobra por trás de boa parte dos produtos que você usa. Você não vai ver o nome dela no seu código: quem fala com ela somos nós. Existem arquivos de outros provedores no repositório, mas todos os métodos deles lançam "não implementado" — a chave é guardada e nenhuma cobrança passa por ela. O próprio teste de conexão do painel diz isso com essas palavras. Versões anteriores desta página falavam em multi-gateway; estava errado, e por isso a página mudou.
Não. As duas rotas que a sua aplicação consome são HTTP comum — qualquer linguagem consome, com um curl ou com o cliente que você já usa. O SDK de React existe por conveniência e traz componentes prontos (tabela de preços, portal do cliente, controle de acesso por feature). Nota: não existe SDK de Elysia. O diretório está vazio, apesar de versões anteriores desta página anunciarem o contrário.

Achou um limite que não está escrito aqui?

Fala direto com quem escreveu o código. Se você encontrou onde quebra, a gente quer publicar isso na página antes do próximo visitante descobrir sozinho.

Falar com Engenharia

Pega uma chave e roda o curl. Leva dois minutos.

Sem cartão e sem “fale com vendas”: a chave sai na hora e o primeiro curl responde antes de você criar conta. O trilho de hoje é cartão recorrente, no maior processador de software do mundo — se é isso que o seu produto cobra, você integra hoje.

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